Guarda e convivência
Quando os pais se separam, a principal preocupação costuma ser com os filhos. A definição da guarda e da convivência deve preservar o vínculo da criança com os dois pais e garantir estabilidade na rotina.
Como podemos ajudar
- Guarda compartilhada e unilateral
- A guarda compartilhada é a regra geral na lei brasileira, mas cada família tem uma realidade. Orientamos sobre o modelo mais adequado ao interesse da criança.
- Leia a orientação sobre guarda compartilhada e unilateral
- Regulamentação de visitas e convivência
- Definição de dias, horários, feriados, férias e datas comemorativas, para dar previsibilidade à rotina dos filhos e dos pais.
- Leia a orientação sobre visitas e convivência
- Guarda compartilhada na prática
- Quem leva ao médico, quem paga o remédio, quem vai à reunião da escola, o pai ou a mãe que não cumpre o combinado, regras diferentes em cada casa e conflitos com a nova família de um dos pais.
- Leia as orientações: guarda no dia a dia guarda descumprida regras em cada casa nova família
- Alteração de guarda
- Revisão da guarda ou da convivência quando a situação da família muda ou quando o arranjo atual deixa de atender às necessidades da criança.
- Leia a orientação sobre como mudar a guarda
- Alienação parental
- Medidas para identificar e coibir atos que prejudicam o vínculo da criança com um dos pais, conforme a legislação específica.
- Leia a orientação sobre alienação parental
- Viagens e mudança de cidade
- Autorização para viagem nacional ou internacional com os filhos e questões envolvendo a mudança de cidade de um dos pais.
- Leia as orientações: Viagem com filho Mudança de cidade
- Convivência com os avós
- Regulamentação do direito de os avós conviverem com os netos, quando esse contato é dificultado ou impedido.
- Leia a orientação sobre convivência dos avós com os netos
- Busca e apreensão do filho
- Medida para garantir a entrega da criança quando um dos pais a retém fora do combinado ou do que foi decidido pelo juiz.
- Leia a orientação sobre busca e apreensão do filho
- Animais de estimação na separação
- Definição de com quem fica o animal da família, da convivência com ele e da divisão das despesas, como os tribunais já admitem.
- Leia a orientação sobre animais de estimação na separação
Orientações sobre o tema
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Guarda e convivência
Alienação parental: o que é, como identificar e o que fazer para proteger o vínculo do filho
Alienação parental é quando um dos pais, ou outro familiar, interfere na formação do filho para que ele rejeite o outro genitor. A lei prevê medidas para interromper isso, da advertência à mudança da guarda. Mas o tema exige cuidado: nem toda recusa da criança é alienação, e uma denúncia de violência deve ser investigada, não descartada.
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Guarda e convivência
Guarda e moradia do filho: com quem ele fica depois da separação
Na separação, a regra é a guarda compartilhada: pai e mãe decidem juntos sobre a vida do filho. Isso não significa que ele more metade do tempo em cada casa. A moradia, a convivência e a pensão são definidas à parte, e o ideal é que tudo fique por escrito.
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Guarda e convivência
Como mudar a guarda do filho: quando é possível e o que o juiz avalia
A guarda não é definitiva: pode ser revista sempre que a situação da família mudar ou o arranjo atual deixar de atender ao filho. O juiz decide pelo interesse da criança, com estudo social e psicológico e, conforme a idade, ouvindo a opinião dela. Em situações de risco, é possível pedir uma decisão urgente.
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Guarda e convivência
Viagem com filho: quando é preciso autorização do outro pai, no Brasil e no exterior
No Brasil, o filho menor de 16 anos pode viajar com o pai ou com a mãe sem autorização do outro. Com parentes próximos, basta provar o parentesco. Já para o exterior, quem viaja com só um dos pais precisa da autorização do outro, com firma reconhecida. Se o outro genitor se recusa sem motivo, o juiz pode autorizar.
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Guarda e convivência
Com quem fica o cachorro? Animais de estimação na separação: guarda, convivência e despesas
Pela lei, o animal ainda é tratado como um bem, mas a Justiça já reconhece que ele não é um objeto qualquer. O STJ admitiu regulamentar a convivência do ex-casal com o animal da família. O melhor caminho é um acordo por escrito: com quem ele mora, como fica a convivência e quem paga as despesas.
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Guarda e convivência
O outro não devolveu o filho depois da visita: o que fazer e como funciona a busca e apreensão
Quando o outro genitor não devolve a criança no dia combinado ou a leva sem autorização, o caminho é pedir ao juiz, com urgência, a busca e apreensão do filho. Antes, vale registrar tudo: mensagens, horários e um boletim de ocorrência. Agir por conta própria, retendo a criança em resposta, costuma piorar a situação.
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Guarda e convivência
Avós impedidos de ver os netos: o direito de convivência dos avós e como pedir
Os avós têm direito de conviver com os netos, e os netos têm direito de conviver com os avós. Quando esse contato é impedido, por separação, falecimento de um dos pais ou briga de família, é possível pedir ao juiz a regulamentação da convivência. O juiz decide sempre pelo interesse da criança, sem tirar dos pais o poder de criar o filho.
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Guarda e convivência
Guarda compartilhada no dia a dia: quem leva ao médico, quem busca na escola, quem paga o remédio
Na guarda compartilhada, os dois pais decidem juntos os assuntos importantes, mas a rotina fica com quem está com o filho naquele dia. Numa emergência, quem estiver com a criança leva ao médico e avisa o outro. As despesas imprevistas, como um remédio ou um exame, costumam ser divididas. E os dois têm direito a receber informações da escola e dos médicos, mesmo quem não mora com o filho.
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Guarda e convivência
Quando o pai ou a mãe não cumpre o seu papel na guarda compartilhada
Guarda compartilhada é responsabilidade dos dois. Quando um dos pais falta às visitas, some das decisões ou muda o combinado sem avisar, o primeiro passo costuma ser conversar ou buscar mediação. Se não resolver, o juiz pode fixar regras mais claras, aplicar multa, reduzir as prerrogativas de quem descumpre e, em casos graves, mudar a guarda. Registrar os fatos desde o início faz diferença.
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Guarda e convivência
A nova família de um dos pais: quando madrasta, padrasto ou meio-irmãos geram conflito
Quando um dos pais forma uma nova família, o filho passa a conviver com madrasta ou padrasto e, às vezes, com meio-irmãos. Conflitos de adaptação são comuns. Mas o padrasto e a madrasta não têm autoridade de pai ou mãe sobre o enteado, e o genitor continua responsável pelo que acontece na sua casa. Se o ambiente prejudica a criança, é possível combinar limites e, se preciso, pedir ao juiz que ajuste a convivência.
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Guarda e convivência
Regras diferentes em cada casa: quando um dos pais é permissivo e o outro é rigoroso demais
É normal que cada casa tenha o seu jeito, e diferença de estilo, por si só, não é motivo para mudar a guarda. O problema começa quando a diferença afeta a saúde, a escola ou a segurança do filho, ou quando o rigor vira castigo físico ou humilhação. Nesses casos, os pais podem combinar regras mínimas comuns, buscar mediação e, se preciso, pedir ao juiz que defina limites.
Vídeos sobre o tema
Duração: 3 min
Assistir: Como formalizar a guarda do seu filho
Duração: 7 min
Assistir: Pai ausente e avós que interferem: como estabelecer limites
Duração: 4 min
Assistir: Sair de casa com o filho sem perder direitos
Duração: 5 min
Assistir: Guarda e pensão quando o pai não se envolve
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