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Filiação

A filiação define direitos e deveres entre pais e filhos, como nome, convivência, pensão e herança. Hoje, a lei reconhece vínculos biológicos, adotivos e socioafetivos, e cada situação pede um caminho próprio.

Como podemos ajudar

Investigação e negatória de paternidade
Ações para comprovar ou contestar a paternidade, normalmente com apoio de exame de DNA.
Leia as orientações: Investigação de paternidade Negatória de paternidade Pensão e plano de saúde durante a negatória
Reconhecimento voluntário e judicial
Regularização do registro de nascimento, em cartório quando há concordância, ou pela via judicial quando necessário.
Leia a orientação sobre reconhecimento de paternidade
Paternidade socioafetiva e multiparentalidade
Reconhecimento jurídico do vínculo construído pelo afeto e pela convivência, que pode coexistir com a filiação biológica.
Leia a orientação sobre paternidade socioafetiva
Adoção
Orientação e acompanhamento nas diferentes modalidades de adoção, de acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente.
Leia a orientação sobre adoção
Reprodução assistida e barriga solidária
Aspectos jurídicos do registro e da filiação de crianças geradas por técnicas de reprodução assistida.
Leia a orientação sobre reprodução assistida e barriga solidária
Abandono afetivo
Pedido de indenização contra o pai ou a mãe que descumpre o dever de cuidado com o filho, nos casos em que os tribunais reconhecem esse direito.
Leia a orientação sobre abandono afetivo
Alteração de nome e sobrenome
Inclusão ou retirada de sobrenome, como o do padrasto ou da madrasta, e mudança de prenome, em cartório ou na Justiça.
Leia a orientação sobre mudança de nome e sobrenome

Orientações sobre o tema

  • Filiação

    Adoção: quem pode adotar, como funciona o cadastro e as adoções dentro da família

    Para adotar, é preciso ter mais de 18 anos e ser 16 anos mais velho que a criança, qualquer que seja o estado civil. O caminho regular passa pela habilitação na Vara da Infância e pelo Sistema Nacional de Adoção. Dentro da família, como na adoção do enteado, há regras próprias. Registrar como seu o filho de outra pessoa, a chamada adoção à brasileira, traz riscos sérios.

    Leitura de 8 min

  • Filiação

    Negatória de paternidade: descobri que não sou o pai. O que acontece com o registro e com a pensão?

    Quem registrou um filho acreditando ser o pai e descobre que não é pode contestar a paternidade a qualquer tempo. Mas o DNA negativo, sozinho, não basta: a Justiça analisa se houve engano no registro e se já existe um vínculo de afeto entre pai e filho. Enquanto não houver decisão, a pensão continua devida.

    Leitura de 6 min

  • Filiação

    Padrasto e madrasta: quais são os direitos e deveres em relação ao enteado

    Padrasto e madrasta não têm, pela lei, poder de decisão sobre o enteado: esse poder continua com os pais. Mas o vínculo de afeto pode ganhar reconhecimento jurídico, pelo sobrenome, pela adoção ou pela paternidade socioafetiva, que pode existir ao lado da biológica. O enteado só herda do padrasto se houver testamento ou esse reconhecimento.

    Leitura de 7 min

  • Filiação

    O pai não quer registrar o filho? Como funciona o reconhecimento e a investigação de paternidade

    Toda criança tem direito a ter o nome do pai na certidão. Se ele não reconhece por vontade própria, a mãe pode indicar o pai no cartório ou entrar com a ação de investigação de paternidade, com exame de DNA. Recusar o exame não resolve: a Justiça presume a paternidade. E a pensão pode ser pedida no mesmo processo.

    Leitura de 6 min

  • Filiação

    Reprodução assistida e barriga solidária: filiação, registro do bebê e os cuidados jurídicos

    A criança gerada por reprodução assistida em clínica é registrada direto no cartório, em nome dos pais que planejaram a gestação, com a declaração da clínica. Na barriga solidária, quem gestou não aparece no registro. Mas há regras: a cessão do útero não pode ter fins lucrativos, segue as normas do Conselho Federal de Medicina, e a inseminação caseira, sem clínica, exige processo judicial para o registro.

    Leitura de 8 min

  • Filiação

    Abandono afetivo: quando o pai ausente pode ser obrigado a indenizar o filho

    Ninguém pode ser obrigado a amar, mas pai e mãe têm o dever de cuidar. Desde 2025, o Estatuto da Criança e do Adolescente diz expressamente que o abandono afetivo é um ato ilícito, que pode gerar indenização. Mas a ação exige prova do abandono e do dano ao filho, e tem prazo.

    Leitura de 6 min

  • Filiação

    Mudança de nome e sobrenome: o que dá para fazer direto no cartório desde 2022

    Desde a Lei 14.382/2022, muita coisa sobre nome se resolve direto no cartório, sem processo: trocar o prenome uma vez depois dos 18 anos, incluir sobrenomes de família, incluir ou tirar o sobrenome do cônjuge e acrescentar o sobrenome do padrasto ou da madrasta. Outras situações, como tirar o sobrenome de um pai ausente, ainda dependem da Justiça.

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  • Filiação

    Pai registrou o filho e depois questionou a paternidade: a criança pode pedir pensão provisória e plano de saúde?

    Entrar na Justiça para questionar a paternidade não cancela o registro nem suspende a pensão. Enquanto o processo corre, a criança, representada pela mãe, pode pedir alimentos provisórios e, quando o contrato permitir, a inclusão no plano de saúde do pai.

    Leitura de 6 min

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